Fiquei o mês quase todo afastado desse blog. Uma semana sem internet, graças ao belo serviço prestado pela Telefônica que quase fez com que a gente assinasse Vírtua. E também por ter passado por uma das piores crises no meu namoro. E pela pior semana desse ano, e uma das piores da minha vida.
Eu não vou entrar em detalhes porque interessam somente a mim. Concluí dessa história que nem sempre é bom falar a verdade, mas sim o que o outro quer ouvir, para não ter que ver cenas de ciúmes, mágoas e chiliques, além de muita raiva e um monte de promessas que só quem acredita em Papai Noel acha que vão ser cumpridas. O melhor mesmo foi deixar as coisas como estão.
Para coroar minha semana, rondou o perigo de mais uma internação, mas felizmente alarme falso. Só que estou com o rosto inchado – e não foi de nenhuma briga. Meu último exame de sangue também está um desastre. Só quero ver o que meu médico vai inventar agora…
Filmes? Bom, não vi nenhum que prestasse durante o mês inteiro. O melhorzinho foi Piaf, um Hino ao Amor. Fraquinho, mas bem feito e com ótima interpretação, bom para saber um pouco mais sobre Edith Piaf. Ray é um lixo, apesar da ótima interpretação do Jamie Foxx. Scar 3D, UMA ENORME PORCARIA. Um filme de terror adolescente tão ruim e mal-feito que nem os efeitos em 3D funcionavam. Nas cenas mais escuras, a imagem fica toda borrada mesmo com os óculos. Dinheiro jogado no lixo.
Ontem eu vi A Duquesa. Não é tão ruim quanto os outros que eu vi, mas muito água-com-açúcar, com uma história melosa sem final feliz. Aliás, queria saber o que anda acontecendo nos cinemas de São Paulo: tanto no Scar quanto nesse, tinham menos de vinte pessoas na platéia.
Enfim, esse mês foi horroroso. E o meu natal vai ser o tédio de sempre. Mais um ano que eu não vejo a hora de terminar logo…

