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12 anos: namoro entrando na adolescência

Postado em That Morning After em Sexta-Feira, Maio 29, 2009 por Fantôme

Eu poderia encher este post com imagens bonitinhas de homens juntos e apaixonados, mas acho que um texto representa melhor. Afinal,não é todo mundo que escolhe uma pessoa, aceita viver 12 anos com ela e mesmo depois de tantas crises, turbulências e um quase-fim, continua gostando dela. Mesmo que esta pessoa esteja longe de ser a mais adequada – e é como eu me defino.

Como eu digo sempre nessas horas, se eu tou do lado dele é porque alguma coisa de boa eu tenho para lhe dar. Não posso negar que eu fiquei mais maduro nesses anos todos. Ele me deu um rumo, deu um novo sentido à minha vida e eu não quero nem imaginar como seria se ele não tivesse aparecido na minha vida.

Bem, é isso. 12 anos de namoro, indo para a fase adulta. Rumo aos 13, 14, 15…

Je veux être tout-seul

Postado em Au travail em Quinta-feira, Maio 7, 2009 por Fantôme

Tem horas que eu gosto de ficar sozinho, mesmo trabalhando num lugar onde deve ter umas 300 pessoas.

why_so_alone

Tenho procurado sentar num lugar onde ninguém me conhece, nem sabem quem eu sou, pra eu poder ficar mais à vontade. Quando vai chegando o final do turno, quase todo mundo já foi embora e fica deserto, só fico esperando dar meu horário. O chato é que essa atitude causa estranheza em algumas pessoas. Me chamaram na mesa e vieram, botando a mão no meu ombro, com a mesmíssima pergunta de sempre:

- O que tá havendo? Por que você não quer sentar aqui? Tá acontecendo alguma coisa? Teve problema com alguém, ou comigo? Pode falar, cara…

Infelizmente, a resposta que dá vontade de dar não é a mesma que sai porque é preciso evitar bater de frente com certas pessoas. Mas se eu pudesse, a resposta seria:

- Claro que tá acontecendo. Esse pessoal não passa de umas crianças, esse equipamento é uma bosta, você é um merda com o rei na barriga e trabalhar aqui já é um saco, mas aqui desse lado tá pior ainda. Além disso, eu não vou com a sua cara.

E como eu faço o possível para evitar confusões, prefiri me conter. Joguei a culpa só no equipamento, mas falei com tanta raiva (era visível na minha cara) que ficou evidente que o problema não era só esse. Mesmo assim convenceu.

- Você está feliz lá?

Essa foi a pergunta que encerrou o assunto, respondi que sim e fui embora.Logo depois, voltei para o meu lugar, onde eu pretendo continuar mais vezes até que alguém realmente se oponha.  E me deixaram em paz, passando a falar de coisas que realmente interessavam.

A melhor notícia da semana

Postado em That Morning After em Terça-feira, Maio 5, 2009 por Fantôme

happy_baloon

Não vou trabalhar no meu aniversário.