Arquivo para a Ma vie privée categoria

Je veux être tout-seul

Postado em Au travail em Quinta-feira, Maio 7, 2009 por Fantôme

Tem horas que eu gosto de ficar sozinho, mesmo trabalhando num lugar onde deve ter umas 300 pessoas.

why_so_alone

Tenho procurado sentar num lugar onde ninguém me conhece, nem sabem quem eu sou, pra eu poder ficar mais à vontade. Quando vai chegando o final do turno, quase todo mundo já foi embora e fica deserto, só fico esperando dar meu horário. O chato é que essa atitude causa estranheza em algumas pessoas. Me chamaram na mesa e vieram, botando a mão no meu ombro, com a mesmíssima pergunta de sempre:

- O que tá havendo? Por que você não quer sentar aqui? Tá acontecendo alguma coisa? Teve problema com alguém, ou comigo? Pode falar, cara…

Infelizmente, a resposta que dá vontade de dar não é a mesma que sai porque é preciso evitar bater de frente com certas pessoas. Mas se eu pudesse, a resposta seria:

- Claro que tá acontecendo. Esse pessoal não passa de umas crianças, esse equipamento é uma bosta, você é um merda com o rei na barriga e trabalhar aqui já é um saco, mas aqui desse lado tá pior ainda. Além disso, eu não vou com a sua cara.

E como eu faço o possível para evitar confusões, prefiri me conter. Joguei a culpa só no equipamento, mas falei com tanta raiva (era visível na minha cara) que ficou evidente que o problema não era só esse. Mesmo assim convenceu.

- Você está feliz lá?

Essa foi a pergunta que encerrou o assunto, respondi que sim e fui embora.Logo depois, voltei para o meu lugar, onde eu pretendo continuar mais vezes até que alguém realmente se oponha.  E me deixaram em paz, passando a falar de coisas que realmente interessavam.

Qu’est-ce que je fais avec toi?

Postado em Des conjectures, Notre vie à deux em Sábado, Abril 11, 2009 por Fantôme

Achei engraçado o dia em que você falou que teve pesadelos, sonhando que eu estava te enganando com um menino que eu conheço de vista. E já que eu tinha que aguentar você falando dos seus amigos, então eu também comecei a falar dos meus. E aí você não aguentou. Começou a se sentir traído, passado pra trás, sei lá.

Mas que diabos, a gente não era só amigo? A gente já não era ex, já tinha terminado? Pelo menos foi o que você disse na primeira vez que eu lhe perguntei. Ainda assim, porque você perguntou se eu falei de você para um colega no trabalho gay assumido, como se eu tivesse alguma obrigação. Só pra saber sua resposta, eu ainda disse:

- Não falei de você pra ele porque eu não sabia como que eu ia te definir. Como é que eu te defino para ele?

(momento de dúvida seu)

- Amigo. Porque pra ser namorado tem que ser fiel, não acha?

Ok, tudo continuava na mesma. E isso foi antes de eu conhecer e me interessar por aquela pessoa. Não em pensando namoro – podia passar sem isso por um bom tempo – mas alguém pra bater um papo. E mesmo assim, você começou a se sentir traído. Aí, depois de um tempo, fiz a mesma pergunta de novo. Sua resposta foi: “namorado”. Agora virei namorado de novo?

E enquanto eu escrevia este post, fui olhar a foto dele. E não é que você tinha renomeado a foto como “VAI A MERDA”? E como eu quase não acessava aquela pasta, só agora que eu fui ver. Que foi, ficou com ciúmes? Só sei que eu tenho uma pergunta a fazer…

blog_indeciso

O quê é que eu faço com você?

We are sorry, really?

Postado em Des conjectures, Notre vie à deux em Terça-feira, Abril 7, 2009 por Fantôme

Eu acho incrível de como o mundo dá voltas em tão pouco tempo. Sábado passado mesmo, eu estava te pagando um almoço, e nem me importando com o valor da conta…

Bem no primeiro dia deste ano, eu ouvi coisas bem horríveis de você. Dizendo que ia morar sozinho. Que ia receber seus amigos, ia fazer coisas que bem entendesse, e que se por acaso eu quisesse te acompanhar, teria que seguir as suas regras. Isso incluía dormir fora de casa quando você bem entendesse. E eu não estava com moral para fazer qualquer exigência. Afinal, como disse você, eu ”quebrei o encanto” (e não dava para ser menos piegas?)

Além disso, disse que queria viajar sozinho, e que eu teria que merecer sua companhia de novo. Eu estava fora da sua vida. Não totalmente fora, já que continuamos morando debaixo do mesmo teto. Mas você ia viver sua vida do jeito que sempre quis, ou achou que sempre quis. Começou a fazer coisas que eu nunca aceitava. Pelo menos uma coisa eu aprendi: a parar de me importar tanto com você. Você não é mais criança, eu nunca fui seu pai. E agora só vou me importar com suas besteiras quando elas também me atingirem.

O que eu achei engraçado foi você não me deixar conhecer seus amigos, e mandar que eu procurasse os meus. Mas ainda assim, ter que ficar ouvindo o tempo inteiro sobre eles. Pra que eu tenho que saber da vida de uma pessoa que eu não podia nem sequer conhecer? Tava pensando que eu era o quê? Plateia? Tou fora. Nunca fui plateia pra ninguém.

E justamente por não ser plateia, não queria saber das viagens que você vai fazer sozinho, dos caras que você queria transar,do que você ia fumar ou beber daqui em diante. Daí, um belo dia, eu resolvi ficar em casa, porque foi melhor dormir do que aguentar suas conversas. E dormi muito bem, um fim de semana inteiro. Logo veio o resultado: você ficou com falta de ter com quem falar e brigou comigo, já que eu estava de saco cheio de ter que saber da sua vida.

Daí comecei a fazer exatamente o que você queria que eu fizesse: fui viver minha vida, procurei meus amigos, lutei para ganhar meu dinheiro no lugar daquele emprego micado que eu tinha. E deu certo. Arrumei outro emprego. Conheci pessoas novas. Aprendi coisas novas. Parei de gastar dinheiro com besteira e dei um rumo à minha vida. E valeu a pena. E também parei de falar de você para outras pessoas.

Mas e quanto a você? Hoje a gente mal se vê. Mal passamos duas horas por dia juntos. Você agora tem toda a liberdade para fazer o que sempre quis. Mas por que você fica em casa na maior parte do tempo, quando volta do trabalho? Enfornado na TV, no DVD e no PC, quando podia estar por aí bebendo, fumando maconha e saindo com gente que eu sempre abominei na minha vida? Afinal, passei 11 anos ao seu lado, e não fui capaz de fazer justiça a tanto tempo de namoro, pelo menos não do jeito que você queria.

Não estou me isentando de culpa. Sei o quanto eu fui culpado por esse namoro ter acabado. Eu traí, fiz coisas que te magoaram e nunca fui digno de todo o amor que você me deu. Te decepcionei, te magoei, você chorou muito por minha causa. E estava apenas levando o troco por tudo que eu fiz.

Então, por que você agora me liga? Me abraça, me beija, me compra presentes e fala que me ama tanto? Por que não me chama mais de ”ex” e nem diz que a gente terminou, como fazia antes? Por que você está tão carinhoso comigo, depois de tudo que aconteceu? Me chama para almoçar, faz planos para meus dias de folga, e principalmente, diz que não consegue viver sem mim, nem me esquecer para ter sua própria vida? Vai a lugares que eu gosto e que você nunca gostou, em vez de impor os seus? E ontem mesmo, disse pra eu não arrumar outro emprego, para sobrar um pouco de mim pra você?

Acho que é porque eu sou a única pessoa que realmente esteve presente em muitos dos momentos da sua vida. Amigos vieram e se foram, mas eu fiquei. Agora quer que eu lhe chame de ”namorado” de novo. Eu não me sinto tão à vontade para isso quanto antes. Alguma coisa mudou em mim. Não sei o que é, mas espero que eu não volte mais a ser como eu era antes.

blog_sorry

De uma coisa eu sei: eu não preciso provar para você que, mesmo com toda essa crise, o quanto eu te amo. E que cada um tem sua parcela de culpa. Mas eu não chamo isso de ”recomeço”, porque pra mim nada acabou, apenas mudou de nome e de cara. E eu te amo muito. Nunca se esqueça disso.

STOP

Postado em Des conjectures, Notre vie à deux em Sábado, Dezembro 13, 2008 por Fantôme

blog_stop1

Ça suffit!

Essa semana que passou foi a gota d’água. Do jeito que estavam indo as coisas, eu não sei como que isso ia terminar. Mas certas coisas estavam se tornando insustentáveis.

Foram muitas brigas, discussões, mágoas, traições, ciúmes, segredos para os dois lados, até que chegou o dia em que precisamos tomar uma decisão. De tudo concluímos duas coisas: estivemos muito tempo fora de sintonia. Ele querendo uma coisa, eu outra. E exigindo coisas que eu nunca fui capaz de dar. Apesar de ser complicado, e eu ainda estar acostumando com essa idéia, resolvemos dar um tempo. Eu já vinha pedindo isso, ele sempre negou, mas agora entendeu.

There is no more love, in this whole world, there is no more love…

Para chegarmos a tal decisão, passamos meia semana longe um do outro. Ele viajou, eu fiquei. Ele pensou muito no que eu sou para ele, eu nem parei para pensar nisso porque já estava deprimido o suficiente. Fui trabalhar deprimido, tive crises de raiva, quase chorei na rua. Ele ficou lá, cool, fazendo coisas que eu nem imaginaria que ele seria capaz, e foi feliz durante esse curto tempo.

E agora, o que vem? Continuamos amigos, mas uma amizade colorida. E vivendo debaixo do mesmo teto. Foram 11 anos de namoro, que não se jogam fora assim. Ele vai seguir com a vida dele, e eu com a minha. Eu não vou invadir o espaço dele, ele não vai invadir o meu. Ele vai encontrar seus amigos, eu fico em casa na internet. Ele vai curtir suas ervas, eu meus chopes. Ele vai aos restaurantes caros que tanto gosta, eu vou comer frango assado ou marmitex do boteco. Enfim, cada um na sua, apenas marcando presença na vida do outro. Eu aprendi que tenho ao menos três coisas para oferecer: amizade, companheirismo e sexo. E tenho certeza de que ele não quer perder isso.

Quanto a mim, sei que terminou a fase das mágoas e começou a das incertezas. Eu tenho que me segurar ao pouco que me resta nessa vida. Meu trabalho, que vai ter uma mudança radical pro ano que vem. Minha família, que se resume a minha mãe e uma prima. Uns poucos amigos, que raramente vejo porque moram fora de São Paulo. E, claro, à pessoa mais amiga que encontrei nesta vida, a primeira que me compreendeu de verdade. Eu ainda estou me acostumando com essa idéia de “amizade colorida”, vai levar tempo para eu conseguir digerí-la depois de tanto tempo de namoro.

E encerro este post que foi um dos mais sinceros que eu já escrevi. Vou deixar aqui uma música que é a que melhor tem me definido.


CARA VALENTE (Maria Rita)

Não, ele não vai mais dobrar
Pode até se acostumar
Ele vai viver sozinho
Desaprendeu a dividir…
Foi escolher o mal-me-quer
Entre o amor de uma mulher
E as certezas do caminho
Ele não pôde se entregar
E agora vai ter de pagar
Com o coração
Olha lá!
Ele não é feliz
Sempre diz
Que é do tipo Cara Valente
Mas veja só
A gente sabe…

Esse humor
É coisa de um rapaz
Que sem ter proteção
Foi se esconder atrás
Da cara de vilão
Então, não faz assim rapaz
Não bota esse cartaz
A gente não cai não…

Ê! Ê!
Ele não é de nada
Oiá!!!
Essa cara amarrada
É só!
Um jeito de viver na pior
Ê! Ê!
Ele não é de nada
Oiá!!!
Essa cara amarrada
É só!
Um jeito de viver
Nesse mundo de mágoas…

Retour des cendres

Postado em Cinéma et DVD, Ma vie privée, Notre vie à deux com as tags , , em Domingo, Novembro 30, 2008 por Fantôme

Fiquei o mês quase todo afastado desse blog. Uma semana sem internet, graças ao belo serviço prestado pela Telefônica que quase fez com que a gente assinasse Vírtua. E também por ter passado por uma das piores crises no meu namoro. E pela pior semana desse ano, e uma das piores da minha vida.

Eu não vou entrar em detalhes porque interessam somente a mim. Concluí dessa história que nem sempre é bom falar a verdade, mas sim o que o outro quer ouvir, para não ter que ver cenas de ciúmes, mágoas e chiliques, além de muita raiva e um monte de promessas que só quem acredita em Papai Noel acha que vão ser cumpridas. O melhor mesmo foi deixar as coisas como estão.

Para coroar minha semana, rondou o perigo de mais uma internação, mas felizmente alarme falso. Só que estou com o rosto inchado – e não foi de nenhuma briga. Meu último exame de sangue também está um desastre. Só quero ver o que meu médico vai inventar agora…

Filmes? Bom, não vi nenhum que prestasse durante o mês inteiro. O melhorzinho foi Piaf, um Hino ao Amor. Fraquinho, mas bem feito e com ótima interpretação, bom para saber um pouco mais sobre Edith Piaf. Ray é um lixo, apesar da ótima interpretação do Jamie Foxx. Scar 3D, UMA ENORME PORCARIA. Um filme de terror adolescente tão ruim e mal-feito que nem os efeitos em 3D funcionavam. Nas cenas mais escuras, a imagem fica toda borrada mesmo com os óculos. Dinheiro jogado no lixo.

Ontem eu vi A Duquesa. Não é tão ruim quanto os outros que eu vi, mas muito água-com-açúcar, com uma história melosa sem final feliz. Aliás, queria saber o que anda acontecendo nos cinemas de São Paulo: tanto no Scar quanto nesse, tinham menos de vinte pessoas na platéia.

Enfim, esse mês foi horroroso. E o meu natal vai ser o tédio de sempre. Mais um ano que eu não vejo a hora de terminar logo…

Voulez-vous avoir rage? Ayez vous-même

Postado em Ma vie privée com as tags , em Quinta-feira, Outubro 9, 2008 por Fantôme

Do meu trabalho eu não tenho queixas. Serviço fácil, não enche o saco e dá para tirar um bom troco por mês. O problema é ter que arrumar besteira dos outros. Principalmente quando o responsável é um crianção que pensa que cresceu.

Em dois dias, já peguei umas três besteiras dele e estou vendo que vai ser só o começo. E é muito chato ter que ficar dando sempre as mesmas instruções e a pessoa não seguí-las, e ainda ver que é só virar as costas pro cara só fazer burrada. Para não me estressar, liguei para minha chefe e fiz a cruz dele, contando tudo que estava acontecendo e o quanto ele é incompetente.

Já que ninguém ajuda, precisei eu mesmo tomar algumas medidas de emergência, previamente aprovadas porque eu não sou besta. Claro que ele não gostou, e ficou com mais raiva ainda quando falei que as ordens vinham de cima. E falei mesmo, disse que é por causa dele não ter seguido minhas ordens e ainda falei o que deveria ter feito.

Na volta para o escritório, depois de um dia inteiro na rua, fiquei sabendo que ele passou um e-mail bem nervosinho. Não li o conteúdo porque a secretária estava de saída, mas ela (dando muita risada) ficou de me passar amanhã. Já imagino o conteúdo, deve estar fazendo a minha caveira. Pura raivinha, de um cara que sabe que está errado e quer aparecer. E que pensa que manda naquela joça que era uma bagunça antes de eu assumir.

Eu estou com as orelhas ardendo nesse momento. Vai saber o motivo…

L’hôpital V (ou VI, je ne sais plus…)

Postado em Ma vie privée com as tags em Sexta-Feira, Setembro 19, 2008 por Fantôme

Dessa vez eu não escapei. Após minha última internação e ter tomado mais um susto, lá fui eu passar mais uma agradável temporada no hospital. E com isso, perdi trabalho (o que é importante, já que eu ganho por hora) e deixei a diretora fudida de raiva, ela tem medo de que cortem esse convênio com tanta internação.

O motivo, mais um abcesso, dessa vez na orelha. Falaram que poderia haver deformidade se apenas cortassem e me mandassem tomar antibiótico em casa. Eu não sou médico pra saber, mas acho que estão querendo é tirar mais grana do convênio. Meu braço está com um calombo de tanto tomar soro. Fora os três dias de pura chateação, só assistindo televisão, dormindo e falando no telefone (que pelo menos é liberado). E depois, uma semana de antibióticos via oral.

Adeus chopinho final de semana…

Tout pour une bière…

Postado em Ma vie privée com as tags , , em Segunda-feira, Julho 21, 2008 por Fantôme

Ontem tive que ir ao Shopping Santa Cruz, o mais caótico que eu conheço. Aproveitei para tomar um chope no quiosque da Brahma, coisa rara de achar em São Paulo. E é a única coisa que me faz ir naquele lugar.

Como o metrô passa embaixo e tem um terminal de ônibus atrás, o shopping só vive lotado, é impossível circular lá dentro sem esbarrar em alguém. A praça de alimentação também só vive lotada. Há uma escada rolante de cada lado, que faz com que todo mundo atravesse um corredor inteiro só para mudar de andar. O cinema, só fui uma vez e dá pra encarar. O estacionamento tem uma subida que parece um trem-fantasma sem os monstros.

O quiosque fica no subsolo, isolado do restante do shopping. Para se chegar lá, é preciso sair do shopping, descer uma escada rolante que dá acesso ao metrô, e depois outra, e chegar numa área claramente improvisada para caber mais lojas. Cuja maioria, por sinal, é horrorosa. Até o shopping Tatuapé, que tem as mesmas características e fica na Zona Leste, é mil vezes melhor.

O shopping inteiro é espremido e confuso, não tem estrutura para receber tanta gente. Mas um chope da Brahma, tomado no quiosque, compensa todo esse pesadelo que é ir ao Santa Cruz.

Week-end culturel

Postado em Cinéma et DVD, Des conjectures, Ma vie privée com as tags , , , em Quinta-feira, Junho 19, 2008 por Fantôme

Demain c’est déjà vendredi et je parle encore sur le dernière week-end… Mais c’est seulement pour en laisser enregistré.

Nous sommes sortis avec deux femmes très sympas. Nous avons regardé la pièce La Mégère Apprivoisée, de Shakespeare. D’ailleurs, c’est très beau qu’il est déjà mort, pour ne courir pas le risque de voir ce qu’ont fait avec son texte…

Dimanche, chez moi, j’ai regardé pour la troisième fois The Hours. Très magnifique, c’est seulement ce que je peux dire. Et peut-être il pouvait être encore meilleur sans Nicole Kidman, très antipatique…

Et je ne sais pas pourquoi, je me suis souvenu d’une chanson très folle, du groupe Raven. Ouais, je suis très nostalgique dernièrement…

E nesse momento estou ouvindo a Mistubishi FM, e gostei bastante da rádio. É como se fosse uma versão paulista da Oi FM. A rádio é boa, não se parece em nada com as outras do grupo Bandeirantes. E substituiu bem a Scalla FM, que estava pra lá de decadente…

Vendredi 13

Postado em Des conjectures, Ma vie privée com as tags , , em Sábado, Junho 14, 2008 por Fantôme

Que sexta-feira 13, que nada… o dia foi ótimo, não se parecia em nada com a zica que tanto falam. Pelo contrário, foi aquele dia sem surpresas, mas sem contratempos. Além do de sempre, o dia terminou com uma ótima pizza com chope numa pizzaria de bairro, pouco conhecida mas imperdível.

Para completar o dia, morri de rir ao ver no Yahoo uma pergunta de uma racha mulher inconformada, que dizia:

Por que os homens estão virando gays? Gente, estou horrorizada!!! Homens lindos e inteligentes e ricos, um monte de gays! Por que isso? O que vai sobrar pra nós, mulheres?

Ora bolas, tais reclamando de quê? Não sabem que essas são as qualidades básicas para ser ou gay ou cafajeste? Feliz foi a diretora Mara Mourão no filme Avassaladoras, ao retratar a enorme falta de homem (segundo elas) que há no mercado. Segundo o filme, quando aparece algum homem, ou já está namorando, ou é gay, ou não presta. Como se nós, os gays, pudéssemos ficar com todos os caras mais machinhos e gostosos disponíveis. Elas é que reclamam demais…

E falando nisso, talvez eu e o namorado iremos ao teatro e depois sair com duas rachas mulheres, uma amiga dele e outra amiga da amiga, para talvez comer uma pizza, tomar um chope, conversar e dar risada. Que será que vão pensar de mim quando me virem…

E por último, já que eu falei de Sexta-Feira 13, estive relendo um post do Léo Carioca sobre os 11 filmes da série. Quase todos são horríveis, mas a análise é muito interessante. Vale a pena dar uma lida.